Cresce abate de animais com menos de 36 meses em MS
Confinamento | 27 de agosto de 2012
A adoção de medidas como o melhoramento genético, práticas nutricionais e de manejo, está tornando a pecuária de corte sul-mato-grossense mais moderna e eficiente. Estudo elaborado pela Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) aponta para um aumento no volume de animais abatidos cada vez mais cedo no estado, graças à adoção de novas tecnologias.
De acordo com o levantamento, em 2012 serão abatidos 463,2 mil machos com idade entre 24 e 36 meses, volume 12% superior ao desempenho de 2011, quando 416 mil animais na mesma faixa etária foram abatidos. Em relação aos bois acima de 36 meses, a redução será de 4%, com o abate de 575,2 mil cabeças em 2012 contra 599,7 mil animais no ano passado. “O Estado está abatendo mais precocemente seus animais e isso mostra que estamos avançando em produtividade”, afirma Adriana Mascarenhas, economista e assessora técnica da Famasul.
Entre 2009 e 2012, o rebanho de animais entre 0 a 12 meses cresceu 14% e passou de 2,02 milhões de cabeças para 2,31 milhões. “Este aumento na produção de bezerros é reflexo da retenção de fêmeas ocorrida entre os anos de 2007 a 2010”, explica Adriana. O estudo usa como base o número de animais vacinados contra a aftosa no ano anterior. Já o estoque de animais com mais de 24 meses sofreu redução de 15% entre 2009 e 2012. No período, houve uma queda de 600 mil cabeças, para um rebanho de 3,2 milhões de cabeças este ano.
A projeção para 2013 aponta que a quantidade de machos para abate com idade acima de 24 meses deve atingir 3,16 milhões de cabeças, queda de 1,25% na comparação com 2012. Considerando apenas o rebanho entre 24 e 36 meses, o aumento estimado é de 1,1%, de 1,81 milhões para 1,83 milhões de cabeças. O volume de animais com mais de 36 meses deverá sofrer nova queda de 4%, de 1,39 milhões para 1,33 mi cabeças.
Fonte: Portal DBO
Revisado por Ass. Imprensa Real H

Dener Dias é jornalista, apresentador de TV, roteirista, escritor, produtor, cantor, músico e compositor. Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela UFMS, gosta de escrever, principalmente sobre o Pantanal, pecuária e suas peculiaridades. É autor do livro-reportagem Poeira Branca, no qual narra sua aventura real como peão e repórter em uma viagem de 23 dias como boiadeiro pelo Pantanal da Nhecolândia.
Por quase uma década, apresentou o programa Pecuária Forte na TV, chegando a apresentar cinco horas de programas ao vivo por dia, de segunda a sexta. Além disso, executou a produção geral, reportagem, roteiro e trilha do filme Pecuária Pantaneira, lançado em 2017 e que já ultrapassou 1 milhão de visualizações no YouTube.
Atualmente é Coordenador de Comunicação Estratégica no Grupo Real, onde, em mais de 12 anos, já visitou mais de 500 propriedades para entrevistas e gravações de reportagens. Dessa forma, procura auxiliar as pessoas na escolha do melhor tratamento homeopático e outras soluções no mundo da agropecuária, mostrando relatos e casos de sucesso reais de pessoas que utilizam essa tecnologia.
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