Mastite Fúngica: vilã oportunista causadora de inúmeros prejuízos – Parte II
Girolando | 5 de janeiro de 2016Os sinais clínicos das mastites micóticas, na maior parte dos casos, não podem ser distinguidos das mastites bacterianas. Entretanto, o uso de antimicrobiano intramamário sem sucesso no tratamento ou a intensificação dos sintomas, com a continuidade da terapia, pode sugerir o desenvolvimento de uma etiopatogenia fúngica.
Caso ocorra uma falha nos mecanismos de defesa do sistema imunológico, os microrganismos inicialmente se instalam nos ductos e nas cisternas e posteriormente progridem para pequenos ductos e alvéolos das porções mais baixas do úbere, onde se multiplicam, provocando edema e destruição das células secretoras.
Medidas profiláticas são essências para o controle destes agentes e principalmente manter o sistema imunológico do rebanho em ação é o fator primordial na prevenção, pois pela dificuldade de diagnóstico, bem como de resultados com medicamentos alopáticos, tem tornado vacas com a mastite fúngica recomendadas como descarte no rebanho leiteiro.
No que diz respeito à produção de derivados lácteos, a contaminação do leite por leveduras pode afetar o produto final por meio de alterações organolépticas que ocorrem pela produção de enzimas lipolíticas e proteolíticas, além de outros derivados metabólicos produzidos pelas leveduras e pelos fungos leveduriformes.
O Objetivo destas informações é atuarmos com os produtos que tem ação no sistema imunológico, principal alvo e pouco abordado nos tratamentos convencionais.
*Protocolo sugerido:
Homeobase Convert H: 50 a 100g/cab/dia (*avaliar o desafio).
Homeobase Convert H Leite: 50 a 200g/cab/dia (*avaliar o desafio).
*Para desafios consulte o Departamento Técnico da Real H no (67) 3028-9000.
A primeira parte pode ser lida AQUI.

Dener Dias é jornalista, apresentador de TV, roteirista, escritor, produtor, cantor, músico e compositor. Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela UFMS, gosta de escrever, principalmente sobre o Pantanal, pecuária e suas peculiaridades. É autor do livro-reportagem Poeira Branca, no qual narra sua aventura real como peão e repórter em uma viagem de 23 dias como boiadeiro pelo Pantanal da Nhecolândia.
Por quase uma década, apresentou o programa Pecuária Forte na TV, chegando a apresentar cinco horas de programas ao vivo por dia, de segunda a sexta. Além disso, executou a produção geral, reportagem, roteiro e trilha do filme Pecuária Pantaneira, lançado em 2017 e que já ultrapassou 1 milhão de visualizações no YouTube.
Atualmente é Coordenador de Comunicação Estratégica no Grupo Real, onde, em mais de 12 anos, já visitou mais de 500 propriedades para entrevistas e gravações de reportagens. Dessa forma, procura auxiliar as pessoas na escolha do melhor tratamento homeopático e outras soluções no mundo da agropecuária, mostrando relatos e casos de sucesso reais de pessoas que utilizam essa tecnologia.
Atualmente, está cursando MBA em Digital Business e sua missão aqui no blog é trazer informações confiáveis e contribuir com o uso de tecnologias sustentáveis e eficazes para tirar as suas dúvidas e atender às suas necessidades!
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