MS: produtores discutem medidas para melhorar registro de peso do boi no frigorífico
Confinamento | 28 de junho de 2012Os produtores rurais dos municípios da região sul de Mato Grosso do Sul estão insatisfeitos com o rendimento da carcaça do boi registrado nos frigoríficos. O assunto foi tema de reunião realizada no Sindicato Rural de Sete Quedas, na tarde de terça-feira (26), entre produtores do município e lideranças rurais dos municípios vizinhos.
Eles debateram alternativas para ter mais garantias no registro do peso dos animais. Os produtores alegam que o peso da carcaça limpa, pesada no frigorífico, tem tido rendimento aproximado de 47% em relação ao peso registrado na propriedade. Normalmente, a relação entre a carcaça no frigorífico e o boi pesado ainda na fazenda fica em torno de 55%.
Entre as sugestões dos pecuaristas para aumentar a segurança no processo de pesagem está a conferência do peso por amostragem dos animais e a pesagem com aferição judicial.
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) Eduardo Riedel, ressaltou que a questão é antiga e muito mais ampla do que o problema do rendimento. O dirigente lembrou a condição que tornou produtores em credores do Frigorífico Independência, sendo que R$ 17 milhões ainda são devidos pela indústria para pecuaristas do Estado.
Para Riedel, a saída está na criação de mecanismos de precificação da arroba, com o envolvimento de todos os elos da cadeia da carne. “Vamos aprofundar as discussões para construir um mecanismo de maior transparência em relação ao método de comercialização atual”, enfatiza.
A reunião foi organizada pelo presidente do Sindicato Rural de Sete Quedas Orlando Vendramini, e teve a presença dos presidentes dos sindicatos rurais de Campo Grande, Ruy Fachini; de Iguatemi, Marcio Margato; de Eldorado, Gerson Formighieri, e de Tapuru, Maria Neide Casagrande Munareto.
Fonte: BeefPoint
Revisada e alterada por Ass. Imprensa Real H

Dener Dias é jornalista, apresentador de TV, roteirista, escritor, produtor, cantor, músico e compositor. Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela UFMS, gosta de escrever, principalmente sobre o Pantanal, pecuária e suas peculiaridades. É autor do livro-reportagem Poeira Branca, no qual narra sua aventura real como peão e repórter em uma viagem de 23 dias como boiadeiro pelo Pantanal da Nhecolândia.
Por quase uma década, apresentou o programa Pecuária Forte na TV, chegando a apresentar cinco horas de programas ao vivo por dia, de segunda a sexta. Além disso, executou a produção geral, reportagem, roteiro e trilha do filme Pecuária Pantaneira, lançado em 2017 e que já ultrapassou 1 milhão de visualizações no YouTube.
Atualmente é Coordenador de Comunicação Estratégica no Grupo Real, onde, em mais de 12 anos, já visitou mais de 500 propriedades para entrevistas e gravações de reportagens. Dessa forma, procura auxiliar as pessoas na escolha do melhor tratamento homeopático e outras soluções no mundo da agropecuária, mostrando relatos e casos de sucesso reais de pessoas que utilizam essa tecnologia.
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