Onça Pintada do Pantanal sulmatogrossense
Pecuária Pantaneira | 23 de março de 2018Ela é o maior felino do continente americano e pode chegar a pesar 135 kg. A onça-pintada está no topo da cadeia alimentar e divide algumas opiniões, ao mesmo tempo em que é temida, é admirada pelo ser humano.
Originalmente sua distribuição se dava desde o sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Contudo, ela já é considerada extinta na América Norte, muito rara no México e é o Brasil o país que ainda tem a maior população de onças pintadas.
O Pantanal é a região onde está a maior concentração dessa espécie, que tem hábitos solitários e só interage com outros felinos em períodos reprodutivos. Os dentes fortes e afiados são ideais para triturarem alimentos crus e a mordida é considerada uma das mais fortes do reino animal.
Quando o assunto é garantir o menu do dia, a onça-pintada é voraz e capaz de partir com seus caninos mesmo os maiores ossos, como o crânio de uma anta ou até cascos de tartaruga.
Fazem parte de seu cardápio mais de 80 espécies. Jacarés, queixadas, capivaras, veados, antas são uns dos preferidos. É uma exímia nadadora, capaz de atravessar até 1 km de rio atrás de comida ou de companheiros para reprodução, e consegue subir com destreza em árvores.
Mas, devido ao porte encorpado e às pernas relativamente curtas, não é uma boa corredora – e prefere a emboscada.
A onça-pintada é evolutivamente adaptada para encontrar, atacar, matar e se alimentar de sua presa de forma extremamente eficiente. Para isso, ela precisa ter três sentidos bastante aguçados: a visão, a audição e o olfato. Em conjunto, são os responsáveis por seu sucesso em procurar e achar uma possível presa.
O maior felino das Américas desperta curiosidade e intriga pesquisadores mundo afora que se dedicam em entender o comportamento e hábitos desse animal, um dos maiores símbolos da fauna brasileira. A nos cabe admirar e respeitar uma das espécies mais importantes da cadeia alimentar.

Dener Dias é jornalista, apresentador de TV, roteirista, escritor, produtor, cantor, músico e compositor. Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela UFMS, gosta de escrever, principalmente sobre o Pantanal, pecuária e suas peculiaridades. É autor do livro-reportagem Poeira Branca, no qual narra sua aventura real como peão e repórter em uma viagem de 23 dias como boiadeiro pelo Pantanal da Nhecolândia.
Por quase uma década, apresentou o programa Pecuária Forte na TV, chegando a apresentar cinco horas de programas ao vivo por dia, de segunda a sexta. Além disso, executou a produção geral, reportagem, roteiro e trilha do filme Pecuária Pantaneira, lançado em 2017 e que já ultrapassou 1 milhão de visualizações no YouTube.
Atualmente é Coordenador de Comunicação Estratégica no Grupo Real, onde, em mais de 12 anos, já visitou mais de 500 propriedades para entrevistas e gravações de reportagens. Dessa forma, procura auxiliar as pessoas na escolha do melhor tratamento homeopático e outras soluções no mundo da agropecuária, mostrando relatos e casos de sucesso reais de pessoas que utilizam essa tecnologia.
Atualmente, está cursando MBA em Digital Business e sua missão aqui no blog é trazer informações confiáveis e contribuir com o uso de tecnologias sustentáveis e eficazes para tirar as suas dúvidas e atender às suas necessidades!
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